terça-feira, 11 de junho de 2013

GINÁSTICA – PRÁTICAS CONTEMPORÂNEAS (texto orientador)



A ginástica aeróbica expandiu-se na década de 1980, beneficiada pela popularidade obtida na década anterior pelo conceito de “exercício aeróbico”, difundido pelo médico norte-americano Kenneth Cooper (criador do que ficou conhecido como “Método Cooper”). As esteiras rolantes e bicicletas ergométricas logo chegaram como alternativas para a exercitação aeróbica.
A ginástica localizada, em obediência a princípios biomecânicos, fisiológicos e anatômicos, busca isolar os grupamentos musculares que se deseja atingir, e atender a diferentes finalidades: emagrecimento, delineamento ou hipertrofia muscular, resistência muscular etc., e com isso promete atender aos interesses estéticos dos praticantes. Seus exercícios podem valer-se do peso do próprio corpo ou utilizar pequenos pesos (halteres, caneleiras, etc.) como sobrecarga. Por isso, às vezes ela é confundida com aquela prática ginástica batizada de “musculação”, embora esta se caracterize mais pelo uso de máquinas sofisticadas, de alta eficiência no isolamento dos músculos e na graduação da carga.
Tanto a ginástica aeróbica como a ginástica localizada experimentaram variações e ramificações, muitas vezes atendendo a “modismos”: cardio-funk, power yoga, step, aeroboxe etc. Nos últimos anos, cresceram em larga escala os programas padronizados de ginástica, concebidos e comercializados por empresas especializadas, com forte apoio de estratégias de marketing, como o sistema “body” (body systems): body pump, bodystep etc. A desvantagem desses programas é que, ao padronizar os exercícios e sua progressão, perdem de vista a heterogeneidade dos usuários e a individualidade das pessoas.
Outra tendência são as chamadas ginásticas “alternativas”, como a ginástica natural (que se baseia nos movimentos dos animais) e o Método Pilates, criado nas primeiras décadas do século XX, que centra sua preocupação na postura e no fortalecimento muscular conjugado à flexibilidade, com utilização de equipamentos especialmente concebidos para esses fins.
De modo geral, todas as modalidades de ginástica que se valem de exercícios contra resistência, como a musculação e a ginástica localizada, acompanharam a evolução dos métodos de treinamento, em especial aqueles relacionados às alterações sobre a estrutura músculo-articular, e são regidas pelos princípios mais gerais do treinamento físico-esportivo e por princípios específicos, entre os quais: a) Princípio da estruturação das séries de exercícios e b) Princípio da sobrecarga.

Na realização da ginástica aeróbica, é importante atentar para os seguintes parâmetros: frequência (três a cinco vezes por semana); intensidade (de 60% a 85% da Frequência Cardíaca Máxima, respectivamente, para sedentários e treinados); e duração (de 20 a 60 minutos por sessão). Além disso, é preciso cautela com os chamados “exercícios de alto impacto”, aqueles em que os dois pés saem do solo simultaneamente, pois podem ocasionar lesões nos tornozelos e joelhos.

Para obter mais informações visite este link ou visite os sites da postagem anterior clicando aqui.

sexta-feira, 24 de maio de 2013

Para saber mais sobre a Ginástica Contemporânea


Seguem alguns links que ajudarão os alunos das 7ª séries (8º ano) da E.E. Washington Luiz, a realizar pesquisa sobre a Ginástica aeróbica:


Não se esqueçam de seguir o roteiro de realização de uma boa pesquisa, que você pode ter acesso ao fazer o download, para isto basta clicar aqui.

E para já se preparar para as nossas aulas veja estes dois vídeos de aulas de Ginástica Aeróbica.






Bom trabalho!!!







domingo, 31 de março de 2013

Testes físicos (parte 2) - Teste abdominal de 1 minuto


        Os músculos abdominais são responsáveis pela flexão do tronco e também ajudam na sustentação. Este teste serve para medir indiretamente a força da musculatura abdominal através do desempenho em flexionar e estender o tronco sobre o quadril durante o tempo de 1 minuto.

Seguem algumas tabelas para a classificação do teste: (clique nas imagens para aumentá-las)

Tabela de classificação para homens e mulheres acima de 15 anos.


Tabela de classificação do teste de abdominal para meninos.


Tabela d classificação do teste de abdominal para meninas.


quarta-feira, 27 de março de 2013

Testes físicos (parte 1) - Teste para avaliação da resistência cardiovascular

          Durante nossas aulas com as turmas das 7ªs séries (8º ano), vamos realizar ao longo do ano letivo diversos testes físicos, com o intuito de avaliar o nível de condicionamento físico, para que possamos identificar as implicações dos níveis de atividade física sobre a predisposição à obesidade, a promoção do emagrecimento e o controle de peso. 

          Nos próximos dias, vou postar aqui os testes que serão realizados, seus objetivos e suas respectivas tabelas de classificação para fins de análise.

         Hoje vamos começar por um teste que serve para avaliar a resistência cardiovascular.

     O teste mais conhecido para este fim é o Teste de Tanaka, proposto para avaliar crianças e adolescentes. A realização é simples e pode ser adaptada a qualquer espaço que tenha a distância conhecida (pista de atletismo, quadra, pátio etc.). Ao longo do local escolhido devem ser colocadas marcações a partir de uma linha de largada, que servirá como referência. Os alunos devem percorrer a máxima distancia possível no tempo de 5 minutos. Essa distancia deve ser registrada contando-se o número de voltas completas mais a distância adicional. O ideal é que se encontre um ritmo de corrida que se permita realizar o teste de forma contínua, pois quanto maior a distancia percorrida, melhor será o teste.

    Para classificação, podemos utilizar como referencia os dados obtidos por Villar (apud GOBBI; VILLAR; ZAGO, 2005) :

Clique na imagem para ampliá-la.

Fonte: GOBBI, S.; VILLAR, R.; ZAGO, A. S. Bases teórico-práticas do condicionamento físico. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2005. 

terça-feira, 26 de março de 2013

Excesso de peso: para que serve o Índice de Massa Corporal, o tal do IMC?

Existe uma classificação adota pela Organização Mundial da saúde (OMS) que tem o IMC como referência para diferenciar sobrepeso e obesidade.

O IMC é obtido dividindo o peso pela altura ao quadrado e existem tabelas de classificação para dizer se a pessoa está com sobrepeso, ou seja, acima do peso ou se está obesa.

A tabela mais usada é traçada para adultos, por isso não leva em consideração a idade e nem o sexo da pessoa, mas para crianças e adolescentes é importante que idade e sexo sejam considerados.

Mas lembrem-se: esses parâmetros são atribuídos a partir de indicadores de saúde e não de estética!!!

Seguem algumas tabelas com a classificação do IMC para crianças e adolescentes
Clique na imagem para ampliá-la.

Os gráficos abaixo estão separados por sexo, o primeiro para garotas e o segundo para garotos.
Parece complicado, mas é muito simples usar o gráfico. Siga o exemplo abaixo e encontre sua classificação:

Se uma garota tem 13 anos e 4 meses (procure a idade na linha horizontal e marque um ponto) e depois de fazer o cálculo encontrou o IMC 21,3 (encontre o valor na linha vertical e cruze com a linha da idade) ela está com peso ideal, pois o ponto de cruzamento dos dados se encontra dentro da área verde. 

Clique na imagem para ampliá-la.

Clique na imagem para ampliá-la.

Legenda:
- a linha verde significa peso ideal.
- a linha amarela significa levemente fora do peso.
- a linha vermelha significa muito fora do peso.
- a linha preta significa alerta de saúde, neste caso a atenção médica é necessária.

domingo, 29 de julho de 2012

Trajetória do Brasil nos Jogos Olímpicos


   O site da Rede Record (emissora com os direitos de transmissão dos jogos) disponibiliza diversas informações e notícias sobre os Jogos Olímpicos de Londres e também sobre a história dos Jogos e a participação do nosso país nos eventos desde o início de sua realização na era moderna. 
   LEIA A MATÉRIA NA ÍNTEGRA CLICANDO AQUI.

quarta-feira, 4 de julho de 2012

Time Brasil - Comitê Olímpico Brasileiro


Acompanhem as principais notícias sobre a delegação brasileira nas Olimpíadas de Londres através do site do Comitê Olímpico Brasileiro. Clique no link abaixo e acesse o site:

domingo, 17 de junho de 2012

Paraolímpicos do Futuro


O Projeto Paraolímpicos do Futuro tem como objetivo aumentar o conhecimento sobre as modalidades de esporte adaptado para pessoas com deficiência. Neste site temos informações sobre as diversas modalidades e é uma rica fonte de pesquisa, com histórico das modalidades, regras, vídeos e muito mais.


Acessem e naveguem!!! (clique no link abaixo)
Projeto Paraolímpicos do Futuro  

terça-feira, 10 de abril de 2012

Sobre o Caratê

Um pouco da história do caratê...


    O precursor do Karate foi Bodhi-Dharma, o mesmo que fundou o zen-budismo da Índia. Muito conhecido no Oriente, foi convidado pelo imperador chinês da época (520 a.C) para levar seus conhecimentos à China. Mas foi no Japão, mais precisamente na ilha de Okinawa, que o Karate foi definitivamente sistematizado como a luta das mãos livres, ou melhor, sem armas.
    A história conta que no início do século XV, o Rei Hasshi, da dinastia Sho, conseguiu reunir todas as ilhas do arquipélago Ryu Kyu (cuja maior ilha era Okinawa) numa só nação. A fim de desencorajar qualquer golpe armado de grupos rivais, ordenou que todas as armas fossem confiscadas, tornando sua posse crime contra o Estado.
    Mais tarde, em 1609, Okinawa foi invadida pelo Senhor de Shimazu, convertendo-a em seu feudo e novamente as armas foram banidas, fazendo com que o povo retornasse com ardor ao aprendizado das técnicas de lutas sem armas. Foi nesta fase que houve uma renovação das formas de combate e surgiu então o OKINAWA-TE. Os treinamentos eram secretos e os alunos treinavam firmemente e, como as armas eram proibidas, procurava-se fazer com que as mãos e os pés fossem armas tão perigosas quanto as convencionais. Desta forma, aprimorou-se a técnica e começou-se a fazer uso de joelhos e cotovelos, além de aumentar cada vez mais a velocidade.
    O Karate moderno foi aprimorado e divulgado por Gishin Funakoshi (1869-1957), após estudar muitos anos na ilha de Okinawa. Em 1922, já em Tóquio, passou a ensinar nas universidades e seus alunos se espalharam por todo o Japão, difundindo seu sistema juntamente com o ZEN (exercícios mentais).
    Devido ao fato do Karate ter sido praticado secretamente no passado, um grande número de estilos foi desenvolvido. Os mais praticados são Shotokan, Goju-Ryu, Shito-Ryu e Wado-Ryu, cujas filosofia e luta são as mesmas, variando um pouco somente a forma.
    Após a Segunda Guerra, o Karate espalhou-se para o mundo.
Texto retirado do site da Federação Paulista de Karatê

Identificando o Caratê...
    O caratê é praticado em um local chamado dojo (que significa “local onde se estuda o caminho”), e seus praticantes usam o gui, uma roupa de algodão composta por uma calça e uma blusa (semelhante a um quimono), amarrada por uma faixa colorida (que simboliza o nível de conhecimento do praticante).
     Atualmente, o aprendizado das técnicas é dividido em três elementos:
 - kihon (técnica fundamental) – base, defesas, socos e pontapés;
 - katas (exercícios ou movimentos formais com “um ou dois inimigos imaginários”).
    Esses exercícios apresentam cinco características:
1) sequência: movimentos e direção dos golpes;
2) respiração: alternância entre momentos de inspiração e expiração com intensidades diferentes;
3) combinações e tempo: sequência de movimentos combinados que dão “vida” ao kata;
4) forma e significado: posição dos golpes (mãos e pés) e significado da intenção de cada movimento;
5) olhos: significa concentração e indica a direção de execução dos movimentos e golpes;
 - kumite (combate) – no qual se utiliza as técnicas do kihon e dos katas.

Estilos (escolas) de Caratê...
(Para ver a descrição, clique sobre o estilo desejado)

Sites para pesquisa...

segunda-feira, 2 de abril de 2012

Esporte para pessoas com deficiência

    Agora não temos mais desculpas para não conhecer as modalidades esportivas para pessoas com deficiência. Existem vários sites confiáveis para realizarmos nossas pesquisas. Segue uma lista de links para conhecermos mais sobre a história dos Jogos Paraolímpicos, quais as modalidades existentes para pessoas com deficiência, regras, entre tantas outras coisas.

Comitê Paralímpico Brasileiro
Associação Nacional de Desporto para Deficientes
Federação Internacional de Esportes para Cegos (em espanhol)
Paraolimpíadas Wix.com
Associação Brasileira de Rugbi em Cadeiras de Roda
Comitê Paralímpico das Américas (em espanhol) 
Confederação Brasileira de Basquetebol em Cadeira de Rodas
Confederação Brasileira de Tênis 

domingo, 1 de abril de 2012

Capacidades Físicas

    Aqui vai uma forcinha para aqueles que estão com dificuldades em saber (ou relembrar) quais são e o que são as capacidades físicas.
    Capacidades físicas são todos os atributos treináveis no nosso organismo. Ou seja, são todas as qualidades físicas que podemos melhorar através do treinamento e que estão presentes em todas as atividades físicas e cotidianas que realizamos. As capacidades físicas básicas são: agilidade, flexibilidade, força, resistência e velocidade. São estas cinco capacidades que estarão presentes durante todos nossas vivências nas aulas de educação física.

    Aqui está um resumo dos cinco conceitos:


Força: é a capacidade de vencer uma resistência por meio das ações musculares; 
     


Agilidade: é a capacidade de executar movimentos rápidos com mudança de direção. Por exemplo, as fintas nos esportes coletivos e as coreografias na dança;




Flexibilidade: é a capacidade de realizar movimentos com amplitude adequada, como, por exemplo, nos alongamentos;


Resistência: é a capacidade de permanecer o maior tempo possível numa atividade sem fadiga, como, por exemplo, correr grandes distâncias;
Velocidade: é a capacidade de executar movimentos no menor tempo possível, como, uma corrida de curta distância em alta velocidade.




    Para ter mais informações sobre as capacidades físicas (porque o que tem aqui é pouco para fazer um trabalho sobre elas), pesquise em outros sites, como os que seguem abaixo:


    E para ter certeza de que você aprendeu tudo sobre as capacidades físicas acesse o link abaixo e faça a atividade proposta.

Sobre o atletismo

    
    Neste site vocês podem encontrar diversas informações sobre atletismo, saúde e notícias do mundo do esporte.

    E neste mesmo site, também podemos encontrar informações sobre as principais provas do atletismo. Clique aqui para acessar o link e escolha qual prova você quer conhecer melhor e clique sobre ela. 
    Tenho certeza que essas informações serão bem úteis para vocês.

terça-feira, 27 de março de 2012

Marcha Atlética

    
    Uma das provas que causa muita curiosidade (e risos) durante as aulas de Educação Física é a prova da Marcha Atlética. O motivo do interesse vem do fato do atleta parecer "rebolar" durante a prova. Os alunos ficam curiosos e sempre perguntam: "Pro, por que eles estão rebolando?"
    Então, para todos vocês que já se fizeram esta pergunta, aqui está a resposta: Este aparente requebrar dos atletas acontece pela necessidade de rodar o quadril para que ele possa avançar, já que as regras da prova exigem que o marchador (nome que se dá ao atleta que pratica a marcha) durante toda a prova mantenha um dos pés no chão e a cada passo a perna que está avançando tem que estar reta.
    Se você quer saber um pouco mais sobre a prova clique aqui e leia o texto escrito por Thais Pacievitch no site Info Escola e veja o vídeo abaixo: 




quarta-feira, 21 de março de 2012

Links para textos sobre "A mulher no Atletismo"



Nesta postagem você encontrará diversos links que te levarão as páginas dos textos sobre a participação das mulheres na história do atletismo, incluindo sua trajetória nos Jogos Olímpicos. Esses textos serão muito úteis para realizar as pesquisas sobre a participação feminina na história dos esportes, especialmente no atletismo. 

- As mulheres nos jogos olímpicos (Texto acadêmico - muito bom)

- Mulheres impulsionam atletismo brasileiro (Folha.com)

- O atletismo feminino na América do Sul (texto acadêmico)

- Mulheres reinam no atletismo (Terra esportes)

- A mulher nos jogos Olímpicos (WebRun)

- História das Olimpíadas (Bira fitness)

- O ser mulher no esporte de competição (EFartigos - texto acadêmico)

terça-feira, 20 de março de 2012

Roteiro para realizar uma boa pesquisa

    Para que os seus trabalhos não sejam mais devolvidos pelos professores para  serem refeitos, clique aqui e tenha acesso a um roteiro de realização de pesquisas elaborado pela Profª Rita dos Santos. Para obter o roteiro, é necessário fazer o download do arquivo através do link.

segunda-feira, 19 de março de 2012

Para saber mais sobre Atletismo

    Se você quer mais informações sobre o atletismo brasileiro clique aqui e visite o site da Confederação Brasileira de Atletismo. Lá você encontra notícias, o calendário de competições, a origem e regras das provas, os recordes e o ranking de atletas.



    Outra página bem legal que encontramos em um link no site da Confederação é a CBAt - Rio 2016. Nesta página encontramos informações sobre os projetos da Confederação para as Olimpíadas do ano de 2016, que terão como sede a cidade brasileira do Rio de Janeiro. Uma das ferramentas muito úteis para nossas pesquisas é o link sobre "Nossos atletas olímpicos" (clique aqui para ver). Neste link você encontra um índice alfabético e clicando sobre as letras encontra informações sobre os atletas que têm o nome iniciado com a letra escolhida.
    Que tal escolher uma das letras e ver qual dos atletas que estão lá que você conhece? Divirta-se!



domingo, 18 de março de 2012

Origem do Atletismo

     O Atletismo é a forma mais antiga de um esporte organizado. A modalidade mistura os movimentos que constituem os vários desportos que conhecemos e engloba as corridas, os saltos e os lançamentos/ arremessos. É um esporte que vem dos tempos da pré-história, quando a aprendizagem dessas habilidades era encarada como uma aprendizagem vital na caça e na guerra, servindo como estratégia de sobrevivência das pessoas. Há indícios de que a origem do atletismo se deu por volta de 4 mil anos atrás no Egito Antigo, onde corridas entre homens eram realizadas.
Prova do Salto em altura na Olimpíada de 1912.
    
  A história relata que os primeiros eventos esportivos organizados foram realizados por volta de 1200 a.C., no Monte Olimpo, na Grécia, daí o nome que usamos até hoje para os jogos Olímpicos, no qual o atletismo é uma das principais modalidades. As provas realizadas em homenagem a Zeus, o rei dos deuses da mitologia grega incluíam provas de velocidade, salto em distancia, salto em altura e arremesso de objetos variados. Nesses jogos, que ocorriam periodicamente, os competidores usavam elmo e escudo.
Largada da corrida de 100m rasos na Olimpíada de 1912. 
    A forma moderna do Atletismo, da qual hoje apreciamos, começou a ser praticada e difundida no final do século 18, na Inglaterra. Foi lá que muitas das modalidades existentes foram criadas, estabelecendo também as primeiras regras para esse desporto. A partir daí, o Atletismo cresceu e acabou se tornando o mais popular dos esportes individuais e sua inclusão nos primeiros Jogos Olímpicos da era moderna, que aconteceu no ano de 1896, foi inevitável. No Brasil, o atletismo foi introduzido em 1910, mas popularizou-se somente a partir de 1940. Desde essa época, muitos atletas brasileiros, como Adhemar Ferreira da Silva, José Telles da Conceição, Deise Jurdelina de Castro, João Carlos de Oliveira, Joaquim Cruz, Robson Caetano, Maurrem Maggi, Fabiana Murer, entre tantos outros, conseguiram destaque em competições de nível internacional.
Adhemar Ferreira da Silva na prova de salto  triplo.
 Atualmente, o atletismo é praticado em todo mundo e nunca esteve fora dos Jogos Olímpicos. O atletismo conta com mais de 25 categorias diferentes no programa do maior evento esportivo do mundo.


terça-feira, 17 de maio de 2011

A História do Basquete no Brasil

O Brasil foi um dos primeiros países a conhecer a novidade. Augusto Shaw, um norte-americano nascido na cidade de Clayville, região de Nova York, completou seus estudos na Universidade de Yale, onde em 1892 graduou-se como bacharel em artes e onde Shaw tomou contato pela primeira vez com o basquete.
Dois anos depois, recebeu um convite para lecionar no tradicional Mackenzie College, em São Paulo. Na bagagem, trouxe mais do que livros sobre história da arte. Havia também uma bola de basquete. Mas demorou um pouco até que o professor pudesse concretizar o desejo de ver o esporte criado por James Naismith adotado no Brasil. A nova modalidade foi apresentada e aprovada imediatamente pelas mulheres. Isso atrapalhou a difusão do basquete entre os rapazes, movidos pelo forte machismo da época. Para piorar, havia a forte concorrência do futebol, trazido em 1894 por Charles Miller, e que se tornou a grande coqueluche da época entre os homens.
Aos poucos o persistente Augusto Shaw foi convencendo seus alunos de que o basquete não era um jogo de mulheres. Quebrada a resistência, ele conseguiu montar a primeira equipe do Mackenzie College, ainda em 1896. Uma foto enviada ao Instituto Mackenzie nos Estados Unidos, mostra o que seria a primeira equipe organizada no Brasil, justamente por Shaw. Estão identificados Horácio Nogueira e Edgar de Barros (em cima), Pedro Saturnino, Augusto Marques Guerra, Theodoro Joyce, José Almeida e Mário Eppinghauss (em baixo).
Shaw viveu no Brasil até 1914 e teve a chance de acompanhar a difusão do basquete no país. Faleceu em 1939, nos Estados Unidos.
A aceitação nacional do novo esporte veio através do Professor Oscar Thompson, na Escola Nacional de São Paulo e Henry J. Sims, então diretor de Educação Física da Associação Cristã de Moços (ACM), do Rio de Janeiro.
Em 1912, no ginásio da rua da Quitanda nº 47, no centro do Rio de Janeiro, aconteceram os primeiros torneios de basquete. Em 1913, quando da visita da seleção chilena de futebol a convite do América Futebol Clube, seus integrantes, membros da ACM de Santiago, passaram a freqüentar o ginásio da rua da Quitanda. Henry Sims, convenceu os dirigentes do América a introduzir o basquete no clube da rua Campos Salles, no bairro da Tijuca. Para animá-los, arranjou um jogo contra os chilenos oferecendo uma equipe da ACM, com o uniforme do América que triunfou pelo curioso score de 5 a 4. O plano vingou e o América foi o primeiro clube carioca a adotar o basquete.


As primeiras regras em português foram traduzidas em 1915. Nesse ano a ACM realizou o primeiro torneio da América do Sul, com a participação de seis equipes. O sucesso foi tão grande que a Liga Metropolitana de Sports Athléticos, responsável pelos esportes terrestres no Rio de Janeiro, resolveu adotar o basquete em 1916. O primeiro campeonato oficializado pela Liga foi em1919, com a vitória do Flamengo.
Em 1922 foi convocada pela primeira vez a seleção brasileira, quando da comemoração do Centenário do Brasil nos Jogos Latino-Americanos, um torneio continental, em dois turnos, entre as seleções do Brasil, Argentina e Uruguai. O Brasil sagrou-se campeão, sob a direção de Fred Brown. Em 1930, com a participação do Brasil, foi realizado em Montevidéu, o primeiro Campeonato Sul-Americano de Basquete.
Em 1933 houve uma cisão no esporte nacional, quando os clubes que adotaram o profissionalismo do futebol criaram entidades especializadas dos vários desportos. Nasceu assim a Federação Brasileira de Basketball, fundada a 25 de dezembro de 1933, no Rio de Janeiro. Em assembléia aprovada dia 26 de dezembro de 1941, passou ao nome atual, Confederação Brasileira de Basketball.

Retirado do site da Confederação Brasileira de Basquetebol

A História Oficial do Basquete

Em 1891, o longo e rigoroso inverno de Massachussets tornava impossível a prática de esportes ao ar livre. As poucas opções de atividades físicas em locais fechados se restringiam a entediantes aulas de ginástica, que pouco estimulavam aos alunos. Foi então que Luther Halsey Gullick, diretor do Springfield College, colégio internacional da Associação Cristã de Moços (ACM), convocou o professor canadense James Naismith, de 30 anos, e confiou-lhe uma missão: pensar em algum tipo de jogo sem violência que estimulasse seus alunos durante o inverno, mas que pudesse também ser praticado no verão em áreas abertas.
Depois de algumas reuniões com outros professores de educação física da região, James Naismith chegou a pensar em desistir da missão. Mas seu espírito empreendedor o impedia. Refletindo bastante, chegou à conclusão de que o jogo deveria ter um alvo fixo, com algum grau de dificuldade. Sem dúvida, deveria ser jogado com uma bola, maior que a de futebol, que quicasse com regularidade. Mas o jogo não poderia ser tão agressivo quanto o futebol americano, para evitar conflitos entre os alunos, e deveria ter um sentido coletivo. Havia um outro problema: se a bola fosse jogada com os pés, a possibilidade de choque ainda existiria. Naismith decidiu então que o jogo deveria ser jogado com as mãos, mas a bola não poderia ficar retida por muito tempo e nem ser batida com o punho fechado, para evitar socos acidentais nas disputas de lances.
A preocupação seguinte do professor era quanto ao alvo que deveria ser atingido pela bola. Imaginou primeiramente colocá-lo no chão, mas já havia outros esportes assim, como o hóquei e o futebol. A solução surgiu como um relâmpago: o alvo deveria ficar a 3,5m de altura, onde imaginava que nenhum jogador da defesa seria capaz de parar a bola que fosse arremessada para o alvo. Tamanha altura também dava um certo grau de dificuldade ao jogo, como Naismith desejava desde o início.
Mas qual seria o melhor local para fixar o alvo? Como ele seria? Encontrando o zelador do colégio, Naismith perguntou se ele não dispunha de duas caixas com abertura de cerca de 8 polegadas quadradas (45,72 cm). O zelador foi ao depósito e voltou trazendo dois velhos cestos de pêssego. Com um martelo e alguns pregos, Naismith prendeu os cestos na parte superior de duas pilastras, que ele pensava ter mais de 3,0m, uma em cada lado do ginásio. Mediu a altura. Exatos 3,05m, altura esta que permanece até hoje. Nascia a cesta de basquete.
James Naismith escreveu rapidamente as primeiras regras do esporte, contendo 13 itens. Elas estavam tão claras em sua cabeça que foram colocadas no papel em menos de uma hora. O criativo professor levou as regras para a aula, afixando-as num dos quadros de aviso do ginásio. Comunicou a seus alunos que tinha um novo jogo e se pôs a explicar as instruções e organizar as equipes.
Havia 18 alunos na aula. Naismith selecionou dois capitães (Eugene Libby e Duncan Patton) e pediu-lhes que escolhesse os lados da quadra e seus companheiros de equipe. Escolheu dois dos jogadores mais altos e jogou a bola para o alto. Era o início do primeiro jogo de basquete. Curioso, no entanto, é que nem Naismith nem seus alunos tomaram o cuidado de registrar esta data, de modo que não se pode afirmar com precisão em que dia o primeiro jogo de basquete foi realizado. Sabe-se apenas que foi em dezembro de 1891, pouco antes do Natal.
Como esperado, o primeiro jogo foi marcado por muitas faltas, que eram punidas colocando-se seu autor na linha lateral da quadra até que a próxima cesta fosse feita. Outra limitação dizia respeito à própria cesta: a cada vez que um arremesso era convertido, um jogador tinha que subir até a cesta para apanhar a bola. A solução encontrada, alguns meses depois, foi cortar a base do cesto, o que permitiria a rápida continuação do jogo.
Após a aprovação da diretoria do Springfield College, a primeira partida oficial do esporte recém-criado foi realizada no ginásio Armory Hill, no dia 11 de março de 1892, em que os alunos venceram os professores pelo placar de 5 a 1, na presença de cerca de 200 pessoas.
A primeira bola de basquete foi feita pela A. C. Spalding & Brothers, de Chicopee Falls (Massachussets) ainda em 1891, e seu diâmetro era ligeiramente maior que o de uma bola de futebol.
As primeiras cestas sem fundo foram desenhadas por Lew Allen, de Connecticut, em 1892, e consistiam em cilindros de madeira com borda de metal. No ano seguinte, a Narraganset Machine & Co. teve a idéia de fazer um anel metálico com uma rede nele pendurada, que tinha o fundo amarrado com uma corda mas poderia ser aberta simplesmente puxando esta última. Logo depois, tal corda foi abolida e a bola passou a cair livremente após a conversão dos arremessos. Em 1895, as tabelas foram oficialmente introduzidas.
Naismith não poderia imaginar a extensão do sucesso alcançado pelo esporte que inventara. Seu momento de glória veio quando o basquete foi incluído nos Jogos Olímpicos de Berlim, em 1936, e ele lançou ao alto a bola que iniciou o primeiro jogo de basquete nas Olimpíadas.
Atualmente, o esporte é praticado por mais de 300 milhões de pessoas no mundo inteiro, nos mais de 170 países filiados à FIBA.

Texto retirado do site da Confederação Brasileira de Basquetebol

sábado, 14 de maio de 2011

Sejam Bem Vindos!!!

A partir de hoje, este aqui será o nosso cantinho, onde poderemos encontrar (quase) tudo que precisamos sobre nossas aulas de Educação Física!
Sejam todos Bem Vindos!!